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Coisas “incomuns” na criação da minha filha de 2 anos

Na nossa família, buscamos ser intencionais na forma como criamos e educamos nossa filha. Algumas das nossas escolhas podem parecer incomuns para muita gente, mas todas têm um porquê. Resolvi reunir aqui as principais.

Ela tem responsabilidades em casa

Colocar comida para os cachorros é a principal responsabilidade dela, mas não para por aí: ela também ajuda a carregar sacolas, a encher e esvaziar a lava-louças, a jogar papéis no lixo e participa das refeições — abre ovos, mistura ingredientes e ajuda na rotina da casa. São tarefas pequenas, mas que fazem ela se sentir parte de tudo.

Eu não a ajudo em tudo

Estimulamos a autonomia desde bebê. Se ela está tentando fazer algo que eu sei que ela tem capacidade de fazer, eu deixo que tente sozinha. Nem sempre é mais rápido e, sim, faz bagunça — mas é exatamente assim que eles aprendem.

Ela é bilíngue

Ensinamos inglês desde o nascimento. Falo com ela em inglês diariamente e ela compreende naturalmente os dois idiomas. Dá trabalho e exige dedicação, mas foi uma decisão que tomamos ainda antes de engravidar. Pra quem quer começar de forma leve, a gente usa muito material visual no ambiente — foi a ideia por trás do nosso Kit Inglês na Rotina.

Ela faz atividades sempre um pouco além da própria capacidade

O melhor estímulo para o desenvolvimento está entre o fácil e o um pouco difícil: desafiador o suficiente para gerar aprendizado e ser estimulante, mas não tão difícil a ponto de causar frustração. É nesse equilíbrio que a criança realmente cresce.

Investimos no futuro dela

Desde que ela nasceu, criamos uma conta, guardamos dinheiro e investimos mensalmente pensando no futuro. Temos o projeto de que ela faça faculdade nos Estados Unidos, e essa é uma das razões de a gente construir essa base desde cedo.

Ela come a mesma comida que nós, e fazemos as refeições juntos

Não fazemos comida separada. Ela come o mesmo que a família, e valorizamos muito as refeições em conjunto. Isso também contribui para a autonomia alimentar, porque ela observa, participa e entende que a refeição é um momento de família — e não um atendimento exclusivo para ela.

Ensinamos que todos da família importam

Nossa família não gira em torno dela. Se ela não quiser comer algo, tudo bem, mas eu não vou fazer outra comida só para ela. Quando viajamos, pensamos em programas que façam sentido para todos. O mesmo vale para músicas, filmes e escolhas do dia a dia: cada pessoa tem a sua vez. Porque viver em família também é entender que todos importam.

Inglês na rotina, de um jeito leve

Pôsteres em A3 e flashcards pra colocar o inglês no ambiente da criança — sem aula e sem precisar ser fluente.

Conhecer o Kit Inglês →

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